TRE-AC promove palestra sobre capacitismo em alusão ao Abril Azul

Ação faz parte das iniciativas da instituição para fomentar a inclusão e o respeito à diversidade

No Plenário do TRE-AC, a psicóloga Celeste Costa e o Presidente do TER-AC, Desembargador Júnior ...

Em alusão ao Abril Azul, mês dedicado à conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA), o Tribunal Regional Eleitoral do Acre (TRE-AC) promoveu, nesta sexta-feira, 4, a palestra “Capacitismo: não cometa esse crime”, ministrada pela psicóloga e mestra em Análise do Comportamento, Celeste Costa.

A ação, que faz parte das iniciativas da instituição para fomentar a inclusão e o respeito à diversidade, foi realizaao no plenário do TRE-AC e reuniu colaboradores para um momento de sensibilização sobre o capacitismo — termo que define atitudes discriminatórias contra pessoas com deficiência — e a importância de práticas mais inclusivas no cotidiano.

A Vice-Presidente e Corregedora Eleitoral, Desembargadora Waldirene Cordeiro, destacou, em sua fala, a relevância do tema. “A pauta da fala da nossa convidada é de extrema importância. Precisamos cada vez mais ampliar nossos conhecimentos, aprender o compartilhamento daqueles que entendem um pouco mais do que é capacitismo”, pontuou.

Desembargadora

O Presidente do TRE-AC, Desembargador Júnior Alberto, também reforçou o compromisso da instituição com a promoção da acessibilidade e da inclusão. “É importante fazermos discussões e debates para identificarmos até que ponto podemos contribuir nesse processo de inclusão e acessibilidade”, afirmou.

Durante a palestra, Celeste Costa ressaltou a necessidade de se promover a conscientização de forma contínua. “A gente precisa conscientizar não só no mês de abril, mas o ano inteiro, todos os dias, constantemente. Então, parabéns pela iniciativa de trazer para dentro de um órgão público o conhecimento sobre as famílias atípicas e um tema tão importante”, disse.

A psicóloga explicou conceitos fundamentais sobre o autismo, destacando características comuns do TEA, como dificuldades na comunicação, interação social e comportamentos repetitivos. Também apresentou dados que apontam o aumento no número de diagnósticos, o que, segundo ela, está relacionado à maior busca por conhecimento tanto por parte dos profissionais quanto das famílias.

Celeste esclareceu ainda que o diagnóstico do transtorno só pode ser feito por médicos, como neuropediatras, mas o trabalho de neuropsicólogos é essencial para identificar as habilidades e dificuldades da criança. “O foco não deve ser apenas no déficit, mas também nas potencialidades e nas habilidades da criança”, explicou.

Ao abordar o capacitismo, ela explicou o que essa prática é crime, conforme previsto na Lei nº 13.146/2015, que institui o Estatuto da Pessoa com Deficiência e garante, entre outros direitos, o respeito à dignidade e à igualdade de oportunidade.

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